Sangria e a história do Brasil

O Brasil sob a ótica de um útero

Muitos não admitem, muitos nem ao menos o sabem, mas a historia do Brasil é composta por um silenciamento feminino escancarado e continuo. Por inúmeras vezes me deparei com vãos em meus livros de história quando se travado uma personagem feminina, muitas mulheres nem são citadas em notas de roda pé.

Hoje estamos lutando cada dia mais para que nossas marcas seja reconhecidas e mantidas nas nova história do nosso pais, mas quem luta pelas marcas deixadas por mulheres que não estão mais aqui?

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Becuz I Care

Esta é a sua chance de recuperar a fé na humanidade, e de reforçar aquele clichê de que a salvação do mundo são as nossas crianças.

     Uma iniciativa, um projeto, um chamado de uma garotinha de 10 anos durante suas férias tem alcançado milhares de pessoas ao redor do mundo, e consequentemente, fazendo muitos questionarem suas relações e ações enquanto sociedade e comunidade.

     Leah Nelson, começou nas férias de verão uma espécie de corrente do bem. Ela queria mostrar como ser gentil pode mudar a vida de alguém. E o objetivo dela é bem simples: tornar o mundo um lugar agradável e melhor de se viver.

     Uma criança, que poderia aproveitar as férias, brincar, dormir até tarde, jogar videogame. Uma criança que teoricamente não teria essa responsabilidade, que não precisaria se importar.

 

“Eu só quero que o mundo seja um lugar melhor”

-Leah Nelson

 

     A iniciativa é uma mistura de filantropia e experimento social. É simples. Basta ser gentil com alguém, ou ajudar uma família/ indivíduo em necessidade. Da forma que você puder. Seja arrecadando roupas, alimentos, seja proporcionando um dia melhor, ou apenas dedicando um tempo para alguém que se sente só. Você pode preparar uma refeição, entregando uma água, fazer um elogio, doar um agasalho… Coisas tão pequenas talvez para nós, mas para quem está em dificuldades se torna grandioso.

     E para selar esta boa ação, você presenteia a pessoa com uma pulseira. Este é o símbolo do compromisso de fazer o mesmo a outro alguém, e assim repassar a pulseira de uma pessoa à outra.

https://www.facebook.com/becuzIcare11/

     Leah também criou um fundo para receber doações para projetos maiores como ajudar escolas, fazer projetos sociais maiores, e também para a produção das pulseiras símbolo de sua campanha. Hoje ela conta com a ajuda de amigos, dos familiares e de vários voluntários espalhados pelo mundo, incluindo aqui no Brasil.

     Um passo dado por Leah. No

     Uma coisa que seria tão óbvia, mas que esquecemos com a rotina: ser gentil.

     Faça parte. Seja uma pessoa melhor.

 

Incorporando o vísceral na pintura

Desde que eu entrei no movimento feminista e agreguei isso tanto a minha vida quanto em internet, tenho ganhado uma enorme soma de amigos maravilhosos – awoman – e um desses foi o Juno Lavigne.

Homem trans e dono muito recentemente da page Juno Dexter – Art , fui arrebatada muitas vezes pelos seus textos didáticos e esclarecedores sobre inúmeros aspectos de seus transtornos neuroatípicos, como autismo e disforia corporal, e por sua arte, que expõe seus sonhos mais intrínsecos e perturbadores, revelando mesmo que indiretamente e não plenamente a sua verdadeira face e vivência como pessoa transgênero, algo que ele transmite através de suas pinturas sem querer falando coisas muito íntimas aos espectadores; algo muito pessoal, que para os mais sensivéis desenvolve certa estranheza e simpatia as obras que abusam do vermelho e tons mais escuros por motivos óbvios, para quem acompanha suas postagens.

Vide algumas perguntas sobre as influências do seu trabalho e sentimentos sobre o mesmo:

>  Como surgiu seu primeiro quadro?

Mano, eu não sei, na real eu sempre gostei de arte, e meu pai sempre me estimulou a desenvolver isso, assim, na real meu primeiro quadro eu devo ter feito antes de completar 4 anos -e vou aproveitar pra lembrar que deve ter ficado uma merda, anyway, eu só comecei a levar minha arte a sério de verdade ano passado, quando eu percebi que passar meus sonhos pro papel não era uma “brincadeira” (risos).

> Que relação seus quadros possuem com os seu autismo e outros “transtornos”  neuroatipicos? E com a sua transexualidade?

– Isso depende, cada quadro tem uma relação muito íntima com uma ou mais questões muito intrínsecas de mim, alguns quadros eu mostro pessoas com os seios mutilados e feridos, eles podem representar minha disforia (na vrdd vc precisaria ser cego pra não entender que se trata de uma pessoa disfórica na imagem ), assim como eu tenho quadros que falam de crises, auto-mutilação etc, figuras com rostos cansados, sangue, lâminas e presas em camisa de força tão aí pra representar essas questões
O que os quadros mostram é só uma mistura, na verdade, de todos os meus sonhos e sentimentos, que foram de alguma forma “cuspidos” no papel. Uma vez que a arte é o que eu tenho feito pra não me matar no fim do dia, a relação que minhas pinturas possuem com meus transtornos e minha transexualidade é essa: eles impedem que a depressão e a disforia me consumam até o ponto de o pior acontecer. E quanto ao autismo, bom, ele na verdade me ajuda a querer pintar mais e mais.

 

 

> Você acha que seus quadros merecem ganhar um grande reconhecimento ou são só um hobbie seu mesmo?

–  Mano, isso é meu trabalho (risos) é o que eu pretendo fazer no futuro, eu não sei se sou a pessoa mais apta a dizer se eles merecem um grande reconhecimento porque minha relação com eles é muito pessoal, o que eu vejo não é nada do que você vê. Você pode ver um menino disfórico e com problemas de auto-imagem e auto-mutilação ou qualquer outra coisa, pode ver só quadros bonitos e um bom uso dos elementos dos quais a arte dispõe, mas man, quando eu olho pra um desenho meu, eu revivo tudo que me levou a fazer ele. Então sim, eu acho que a minha arte é boa e merece o devido reconhecimento, mas eu não sei se posso ditar quanto reconhecimento eu mereço ou não, porque eu estou envolvido demais com minha obra, de uma maneira que não consigo julgar ou, de alguma forma, dar uma opinião realista e imparcial.

> Você acha que esta passando um recado para as outras pessoas? E se não, que recado você queria passar sobre transexualidade e transtornos neuroatipicos para as pessoas?

– Eu não sei se estou passando algum recado, eu não penso em passar nada específico quando eu faço meus quadros, eu simplesmente reproduzo um monte de sonhos e sentimentos, e eu acho que a interpretação disso, tipo… bom, é claro que a MINHA interpretação sendo tão abstrata e pessoal não vai ser a interpretação universal, isso simplesmente vai caber a cada um né, a única coisa que eu procuro passar pra tela é o sofrimento, meio cru até, porque é a única maneira que eu tenho de “tirá-lo” de mim naquele momento. Então… eu não estou tentando dizer alguma coisa específica com esses quadros, eu só estou pintando.

A arte de eternizar lembranças

Os momentos bons e especiais da vida passam rápido, não é mesmo? Mas hoje iremos falar  sobre duas irmãs que descobriram uma fórmula mágica de eterniza-los…

Renata  e Claudia Senlle

Com o nome inspirado na deusa grega que é a personificação da memória, o Studio Mínemosine é uma loja virtual criada por Claudia e Renata Senlle, designer e jornalista, que mudaram os ares pesados de suas respectivas profissões em troco de algo mais leve, produzindo pôsteres  infográficos que dão vida as melhores recordações de alguém.

Carregando o lema voltado a materializar as lembranças, os produtos buscam o mais lindo dos propósitos: eternizar as melhores partes da sua vida com um belo cartaz.

O tratamento da auto estima e a saúde do bem estar pessoal

Imagem/Google

De acordo com os dados do Instituto Nacional do Câncer – INCA, a estimativa de novos casos de neoplasia mamária são de mais de 50.000 mil ao ano, acarretando de forma mais comum entre mulheres, apesar de afetar 1% dos homens na avaliação total de casos da doença.

O câncer de mama é umas das causas que mais matam mulheres no Brasil, entretanto, Flávia Flores, ex-modelo de 37 anos, saiu dessa estatística e agora ajuda a outras mulheres a lidarem com os desafios da doença, e entre eles, a baixa auto estima, mantendo um blog de moda e beleza para mulheres que enfrentam o câncer. A ex-modelo descobriu a doença em outubro de 2012 e acabou deixando São Paulo para voltar para a cidade natal, visando se tratar perto da família que vivi em Florianópolis.

Imagem/Google

Como sempre foi vaidosa, Flávia optou por auto estima para vencer a doença, e se manteve entusiasmada até mesmo após a retirada das mamas, depois das meses de quimioterapia, que altera a pele e faz perder os cabelos, algo que atormenta inúmeras mulheres que interligam beleza a isso.

E foi essa vaidade que a motivou a criar o blog a três anos atrás, o Quimioterapia e Beleza, que hoje ajuda mais 86 mil seguidores.

Imagem/Google

O blog compartilha das histórias das seguidoras que enviam fotos enquanto estão em tratamento, ou já passaram por ele, mostrando sua luta diária contra a neoplasia. A blogueira também mantém uma rede de doação, o Banco de Lenços, o qual qualquer pessoa pode receber um lenço em qualquer lugar do Brasil, basta se cadastrar no blog, tudo isso de graça, inclusive a entrega.

Apesar de Flávia ainda precisar tomar medicamentos, ela voltou para SP e diz completamente feliz e realizada ” Eu acho que sou uma fadinha que realiza desejos, e isso me faz tão bem” finaliza, a fadinha das flores mais que especiais.

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Índia cria dicionário para preservar o idioma nativo do seu povo.

Imagem/Internet

Segundo o Ethnologue, que mantêm um catálogo de todos os dialetos do mundo, existem mais de 6.000 línguas faladas em nosso planeta.

Já podemos imaginas (concluir) que a maior parte desses dialetos está se perdendo.
Esse é o caso do idioma da tribo Wukchumi, situada no Condado de Tulare, na Califórnia. Atualmente a tribo é composta por cerca de 200 membros, e apenas uma deles, a Marie Wilcox, é fluente na língua nativa da tripo.
Na verdade, ela ERA a única. Juntamente com sua filha, Jennifer (que aprendeu o idioma com a mãe), Marie criou um dicionário com o dialeto do seu povo para que ele [o dialeto] não se perca na história.
Marie e Jennifer
Marie fala que tem duvidas sobre a perpetuação do seu idioma nativo, pois muitos não parecem se importar ou querer aprender. Mas sua motivação se mantem forte, pois ela e a filha ensinam a língua para os outros membros da tripo, além de estarem criando a versão em áudio do dicionário.
Para quem quiser conhecer melhor Marie e o trabalho que ela criou em sua tribo, a Global Oneness Project produziu o documentário Marie’s Dictionary que pode ser encontrado no Youtube ou no próprio site da Oneness Project.

A Women Up Games quer que as mulheres tenham o controle

Women Up
Imagem: reprodução/Women Up Games

Women Up Games é uma empresa idealizada pela engenheira Ariane Parra, e que busca o empoderamento feminino através dos vídeo-games. Em 2013, observando a baixa presença de mulheres em seu curso de Design de Games, Ariane começou a pesquisar sobre o assunto e a iniciativa começou a engatinhar.

Ariane Parra, idealizadora da Women Up Games
O projeto começou efetivamente em 2014, e em julho de 2015 a fotógrafa Juliana Coringa entrou para a equipe, como braço direito e Diretora de Imagem e Conteúdo das redes sociais. Em agosto do mesmo ano fizeram seu primeiro evento, com a participação de cerca 80 mulheres. Desde então são realizadas atividades que visam inserir o público feminino no mercado de games, como consumidoras e também como desenvolvedoras. Se destacam entre as ações palestras, workshops e campeonatos de vídeo-game inteiramente voltados para elas.

“Em todos nossos eventos nosso papel é deixar o público feminino a vontade para jogar e conhecer esse mundo. O importante para a gente é a diversão e a experiência que cada evento proporciona para as participantes. É tão gratificante ver um grupo grande de mulheres se permitindo divertir jogando juntas e aprendendo coisas novas” – Ariane

Juliana Coringa, Diretora de Imagem e Fotografia

Uma pesquisa divulgada em março deste ano revelou que 52,6% do público de games no Brasil é composto por mulheres. Ainda assim, a atividade continua sendo vista como algo de predominância masculina. Na área de desenvolvimento, no entanto, o mercado ainda é dominado pelos homens. A Women Up quer mudar esse cenário e equilibrar cada vez mais a balança.

“[Nós queremos] Fazer com que a frase ‘eu não sei jogar’ suma e dê lugar para “eu posso tentar jogar”. Só dessa forma as mulheres vão dar uma chance para conhecer os jogos digitais e se empoderar desse mundo que tem espaço para todo mundo. A equidade no mundo dos games só vai acontecer quando mais mulheres participarem ativamente de eventos e de workshops e perceberem que nosso lugar também é na tecnologia, nos games, onde quisermos” – Ariane

À medida em que o projeto vai crescendo, esse sonho vai parecendo cada vez mais próximo. Mas Ariane, Juliana e as WUGERS (como são chamadas as integrantes da equipe) querem muito mais. Elas ainda sonham em realizar campeonatos femininos em vários estados do Brasil e conquistar mais colaboradoras regionais. Também esperam encontrar empresas interessadas em parcerias para ajudar a expandir a ideia.

“[Queremos] O crescimento [do número] de mulheres inseridas no mercado de trabalho e consumindo mais títulos de jogos. Nosso sonho é que as mulheres brasileiras se tornem referência no desenvolvimento de games e que a participação global feminina seja cada vez mais forte na economia do setor.”

As WUGERS

O que você sabe sobre os coletores menstruais?

Coletores menstruais são copos feitos de silicone que são substitutos para os absorventes. Eles tem como função coletar o sangue menstrual e possuem várias formas, tamanhos e marcas. Aqui na nossa equipe ele é queridinho. Eu começarei a usar no meu próximo ciclo, mas Tamires, Michelle e Bruna já são adeptas.
Você conhece? Já usa? Acha que está em outro planeta e não faz ideia do seja isso? Então deixa eu contar pra você. Primeiramente, vamos a uma aulinha de história para que vocês conheçam a inventora dos copinhos menstruais.
Quando você entra na internet e lê um título citando o coletor menstrual, talvez, um de seus primeiros pensamentos é “Que novidade é essa?”. Mas, e se eu disser que isso não é nenhuma novidade? A primeira menção desses coletores datam de 1867, um americano de Chicago inventou o copo da imagem. Não se sabe a identidade desse americano e nem se esse modelo chegou a ser inventado, mas podemos ter uma boa ideia de copo seria seu design e forma de uso. Medo!
                
Imagine-se usando isso! 
Mas é uma mulher, chamada Leona Chalmers, que é conhecida como a inventora dos coletores. Apesar dos modelos (assustadores) que já existiam antes, foi ela quem patenteou e divulgou a ideia. Leona foi uma inventora e escritora norte-americana que lançou sua criação em 1937. Ele era feito de borracha, mas com a Segunda Guerra Mundial essa matéria prima se tornou escassa e a produção do coletor foi interrompida.

 

Leona Chalmers e seu modelo do coletor menstrual. Além da forma, a maneira de introduzi-lo também é bem semelhante aos coletores atuais.
As mulheres também não se mostraram interessadas em fazer uso da novidade. Vamos lembrar que na década de 30 o corpo feminino sofria muito mais com tabus. A ideia de manusear um objeto dentro da vagina não era bem aceita por ninguém. Essa insegurança em usar os coletores se manteve até os anos 70. Leona se uniu a uma empresa para continuar a produção, e mesmo com as palestras, lançamento do livro sobre cuidados íntimos da mulher, escrito pela própria Leona, e produção de novos modelos (como os descartáveis) a empresa parou de produzir os coletores em 1973.
O lado íntimo da vida de uma mulher, Leona W. Chalmers

Mas quais são as vantagens e desvantagens do uso do coletor? 

VANTAGENS:
Leona criou os coletores para que fossem mais higiênicos, econômicos e saudáveis. E essas são características que ainda se mantem. Mas a lista é muito mais completa. Vamos conhecer?
– Investimento. O custo de um coletor pode variar de R$65,00 à R$80,00, porém, é um valor único. Imagine quanto você gasta por ano nos absorventes comuns. Agora pense em não gastar esse dinheiro por pelo menos 5 anos, que um prazo, considerado mínimo, de validade do produto.
– É reutilizável, flexível, hipoalergênico e antibacteriano.
– Se adapta ao seu corpo. Existem várias formas e tamanhos, é só escolher o que melhor se adapta ao seu corpo. Logo vou explicar como escolher o melhor para você.
– Não te atrapalha ao urinar nem a dormir.
– É sustentável. Cuidem do meio ambiente mocinhas! Um absorvente externo leva cerca de 100 anos para se decompor na natureza, o interna demora 1 ano.
– É higiênico. Você passa a não ter problemas com manchas, vazamentos ou odores.
– Quase não possui contra indicações, só não é indicado para virgens (APENAS se o hímen representar algo para a menina, porque ele pode se romper, o que não significa que ela não será mais virgem) e não pode ser utilizado no pós parto.
DESVANTAGENS:
– Dor e resistência ao retirar (mas isso é resolvido de forma simples, é só você apertar a base do coletor para retirar o vácuo antes de retirar o coletor).
– Incomodo, vazamento e aumento das cólicas.
Porém, todas as usuários garantem que essas desvantagens só ocorrem quando o coletor não é bem posicionado. Percebem como quase não encontramos empecilhos para o uso dessas chamadas tacinhas?

Como escolher o meu coletor e qual a maneira certa de colocar?

Tabela de tamanhos do coletor da marca Me Luna
No site Vai de Copinho existe um artigo completíssimo que você PRECISA MUITO ler para saber a melhor forma de escolher seu coletor. Algumas das considerações que eles dão são:
– Numero de partos
– Estatura corporal
– Condições físicas
SÉRIO, leia o post completo aqui para entender tudinho. É tudo bem explicadinho, de forma fácil e completa.
 Quanto a forma de usar, eu acho mais fácil entender através de vídeos, então índico que vocês assistam esse, e também tem um aqui e aqui.

Mas eu ainda não sei bem o que pensar sobre esses coletores.

Então você precisa de depoimentos, opiniões, amigas. Tem várias mulheres que podem te contar muito sobre como elas se sentem usando as tacinhas.
O primeiro depoimento sairá daqui mesmo, da nossa equipe. 

A Jout Jout tem esse vídeo falando dos coletores e o canal Acidez Feminina fala sobre ele aqui.
Temos os grupos no facebook também, como o Coletor sem censuro – só amor, Coletores Brasil – menstrual cups e o Coletores – além da menstruação. Nesse grupos você muito mais acesso a informações e apoio.
Uma das informações legais que eu encontro neles é o melhor local de compra, que são muitos. Algumas drogarias vendem, mas eu só encontro pela internet em sites como os a Beleza na Web e , também tem loja online das próprias fabricantes, como Inciclo, Fleuritu e Meluna. Eu acho muito melhor comprar diretamente na loja da fabricante.

Não sei para vocês, mas a ideia da Leona vai me ajudar e muuuito! Quem aí usa e quer dar sua opinião? Quem não usa e quer tirar as duvidas com a gente?



Pesquisa para diagnóstico precoce do câncer de mama concorre a vaga em iniciativa de Harvard

O câncer de mama mata milhares de mulheres no Brasil, e a grande culpada é a demora para sua confirmação e tratamento. Se diagnosticado em estágio inicial, o câncer pode ser curado, do contrário, não recebendo o tratamento imediato, ele pode se alastrar para órgãos vitais como ossos, pulmão e fígado, levando à morte.
Diante da imensa demora que o diagnostico do câncer leva para receber confirmação, a brasileira Andresa Paixão realizou uma pesquisa para a utilização de uma técnica que visa detectar o câncer antes mesmo da formação do tumor.
A descoberta está concorrendo no Village to Raise a Child 2016, programa de empreendedorismo social da Harvard University. O programa seleciona cinco projetos do mundo todo, os mais votados passam de fase, podendo, assim, serem concretizados. Você pode votar para ajudar a Andresa (e com isso, milhares de pessoas) aqui: https://www.wishpond.com/lp/1696760/entries/112310456
Conversamos com a Andresa, para que ela pudesse falar melhor sobre seu projeto. Ela explicou que o projeto é um biomarcador. “O organismo da pessoa que está com câncer produz algumas substâncias e proteínas em reação ao desenvolvimento e presença do tumor. Dessa forma, a partir do momento em que houver quaisquer evidências da produção e/ou elevação dessas substâncias, o biomarcador detectará, e haverá a confirmação da enfermidade”.
Ela conta também que tais substâncias são encontradas facilmente na saliva e na urina, e que o tumor não precisa existir para detectá-las, bastando a produção das mesmas para o diagnóstico da doença. “Esse exame pode ser feito por qualquer mulher em qualquer idade. Estudei diversos tipos de biomateriais disponíveis para produção do biomarcador, mas para o desenvolvimento preciso conseguir apoio. E o concurso oferece as ferramentas para o desenvolvimento”.

Pela eterna união do #movimentovamosjuntas

Imagem: Vamos Juntas?

Na próxima vez que estiver em uma situação de risco, observe: do seu lado pode estar outra mulher passando pela mesma insegurança. Que tal irem juntas?

Vamos juntas?

 

Hoje eu quero realizar um post sobre uma das idéias mais incríveis desse mundo: o movimento Vamos Juntas?.
Moro em uma cidade do interior, e sempre que saio do trabalho tenho uma reta para atravessar até chegar à minha casa. Essa reta está quase sempre deserta e o fato da minha cidade ser pequena não diminui muito o meu medo. Já tive cães andando atrás de mim, o que me deixou assustada, assim como já tive bêbados me chamando, pedindo para que eu esperasse porque queria conversar comigo.
Hoje novamente ouvi passos atrás de mim, mas dessa vez eram de uma moça que estava saindo da escola noturna. Isso me deixou mais tranquila. Olhei para ela e perguntei se poderia pegar carona em sua companhia, ela logo me deu um sorriso e disse estar justamente tentando me alcançar.
Falei pra ela que essa nossa atitude de querer andar uma ao lado da outra só fortalece o movimento Vamos Juntas?,  foi quando ela me perguntou que movimento era essa do qual eu falava. E é nesse ponto que eu quero chegar, nem todas as mulheres conhecem esse projeto e ainda tem várias que a considera uma perda de tempo.
 
Portanto, resolvi explicar para minha parceira da reta deserta e a todas as mais que se mostram interessadas/necessitadas do que é que eu estou falando.
 
Imagem: Vamos Juntas?
   
Vamos Juntas? É um movimento criado pela jornalista Babi Souza no ano de 2015. A Babi apenas publicou no seu perfil pessoal do Facebook a ideia de que as mulheres não precisam andar sozinhas pela rua, é muito melhoror se unir para atravessar uma praça deserta. Como a própria criadora do movimento diz, só as mulheres entendem o medo que as outras mulheres sentem ao andar por aí.
 
Cada vez mais mulheres compartilham na pagina oficial do movimento como suas vidas foram modificadas ao se unirem umas as outras e ajudam no crescimento desse projeto.
 
O movimento se mostra tão importante na união feminina que possui grande força na sororidade. Não é apenas andarmos juntas nas ruas e depois dizer adeus, é ESTARMOS JUNTAS. União total na luta pela igualdade, segurança e valorização da mulher.
 
O movimento já possui mais de 340 mil seguidoras, e cresce cada dia mais. Já até temos um livro que a babi escreveu, é o “Vamos juntas? O Guia da sororidade para todas”.
Entende qual o real valor disso tudo? Você não está sozinha, todas temos medo. Só que todas temos a força para nos unir e nos defender, só precisamos aumentar a corrente para ver isso acontecendo.
 
Depois de hoje, sei que minha parceira da reta deserta passou a ser mais uma com a qual sei que poderei contar quando estiver com medo de seguir meu caminho para casa.