Essa beleza de corpo

Projetos fotográficos exaltam a diversidade do corpo feminino

 

Ocupa Corpos – Foto: Thais Carletti

 

 

– Você ama o seu corpo do jeito que ele é?

 

Começar a matéria com uma pergunta dessas não tem como intenção te afastar das linhas a seguir. Na verdade, é um questionamento, que essa autora sempre procurou fazer e percebeu que todas as respostas, suas e de algumas amigas, são negativas. As imperfeições estão lá e sempre são apontadas. Estria, celulite, espinha, assimetria, gorduras localizadas, coxas finas ou grossas demais, pouca cintura, braço largo, pouca bunda, muito seio – nada belo o bastante para se admirar.

Mas se são as imperfeições que nos definem, deveríamos nos enxergar naturalmente belas. Afinal, não há perfeição. “O que a mídia impõe para a gente são corpos esculturais de revistas. O padrão é absurdo, impossível de alcançar, até por que essas imagens vinculadas não são corpos reais de mulheres, mas sim vítimas de um tratamento de imagem irreal”, afirma a fotógrafa Thais Carletti.

Foi através desse questionamento, sobre objetificação da mulher e os casos de revenge porn, que Thais criou, em 2015, o projeto fotográfico Ocupa Corpos. Com a proposta de valorizar e refletir sobre a libertação sexual e corporal, a fotógrafa produz ensaios nus de mulheres das mais diversas imperfeições. Não há correção ou camuflagem. É o corpo ocupando seu espaço, a mulher presente como ela é.

Outro que surgiu no mesmo ano com a proposta de libertação do corpo feminino, também em Vitória (ES), é o Corpos Libres, da curitibana Juliana Guariza. Na época em que fixou residência na capital capixaba, Juliana criou o projeto inspirada em suas amigas locais – uma delas, inclusive, a própria Thais Carletti –, voltado para esse outro olhar mais generoso com o próprio corpo. “Minhas amigas realmente transformaram minha ideia do que é ser mulher em sociedade. Além delas genuinamente se apoiarem entre si, elas não pediam desculpas por serem o que elas são. Elas não se encaixam em padrões e lutam pelo direito de ser o que elas quiserem ser. Para mim essa autenticidade é inspiradora”, reflete.

 

 

Libertar-se
A naturalidade e o conforto da modelo são prioridade para ambas fotógrafas. Juliana busca ambientes acolhedores e externos, onde a luz natural seja trabalhada – “acho que combina com essa natureza selvagem da mulher”. A espontaneidade e a identificação com o espaço também importam no momento do ensaio, “para se sentir confortável com as fotos e mais importante consigo mesmas. É uma espécie de conversa com o próprio corpo, e o que eu faço é registrar essa conversa”, explica Thais Carletti.

 

 

 

Nos ensaios, vemos mulheres de todas as formas, tamanhos e perfis. Não há padrão e nem restrição, apenas o libertar-se. De tantas belezas femininas que suas lentes registraram, as fotógrafas não carregam apenas a experiência profissional, mas também subjetiva, de mulher para mulher, Afinal, conforme colocado nas primeiras linhas dessa matéria, amar nosso corpo do jeito que ele é não é uma realidade majoritária. Mas o que é a beleza feminina?

“Autenticidade. Estar confortável na própria pele. E todas as pequenas peculiaridades do corpo de cada uma que as fazem únicas. Eu percebo que essas mulheres que fotografei têm tem muita vontade de abraçar e amar suas imperfeições. São elas que as fazem únicas. Falo também por mim mesma, eu precisei me libertar de muitas questões que eu tinha com meu corpo para ter mais sensibilidade para fazer esses retratos“, conta Juliana Guariza.

“Todas as vezes que eu fotografo eu aprendo principalmente a me relacionar melhor com meu próprio corpo. A gente precisa se amar muito e sempre, e com todas essas mulheres eu repenso que tipo de relação eu tenho comigo mesma. E o objetivo do projeto é criar essa discussão: é preciso falar de nudez, é preciso falar de feminismo, é preciso naturalizar e amar os corpos”, Thais Carletti. Amar os corpos. Amar nosso corpo. Amar-se. Uma atividade tão complexa que requer exercícios diários. Uma vez que que você se liberta, no entanto, você enxerga. É uma beleza de corpo. E é só seu.

Ocupa Corpos e Corpos Libres são projetos autorais que seguem em atividade no ano de 2017. Visite a página de cada e conheça mais:

Ocupa Corpos
Instagram: @ocupacorpos
https://ocupacorpos.wordpress.com/

Corpos Libres
Facebook / Instagram: @corposlibres
https://corposlibres.tumblr.com/

 

 

A roupa que oprime

Desde pequenas, nós mulheres, somos moldadas e influenciadas pelo patriarcado e machismo em relação a como nos vestimos.

 

Menina usa rosa. Menina não usa coisa de super herói. Menina que usa saia curta é “puta”. Menina que usa roupa “comportada” demais é puritana. Menina tem que gostar de maquiagem. Menina tem que usar salto.

Imagem: internet 

A necessidade de uma mulher “feminina”, cheia de padrões estéticos e consequentemente, de um modelo de mulher perfeita, vem de uma sociedade que idealiza um comportamento de nós.

 

Incomoda os ouvidos escutar alguém falando “ela foi estuprada por que estava de saia curta” ou “olha como ela se veste, estava pedindo”. Até quando nossas roupas vão ser julgadas em prol de culpar a vítima?

Imagem: internet 

 

Além disso, mulheres​ pouco femininas são rotuladas e criticadas, em uma sociedade que luta cada dia mais para reforçar que mulher precisa se maquiar, usar salto e roupas adequadas.

 

É claro que nós mulheres donas das nossas vidas e corpos, podemos nos arrumar da forma que quisermos, isso é apenas uma reflexão sobre o que as vezes nem percebemos que é imposto é fruto da nossa sociedade patriarcal.

Sou eu mesma nua e crua em corpo e essência. E não há mais espelho para fechar meus olhos novamente.

Eu posei nua

E não há mais espelho para fechar meus olhos novamente

Para me olhar frente a frente, chegava ao meu reflexo com os olhos semifechados, abrindo-os lentamente como uma preparação psicológica para o objeto estranho que estaria por vir, logo ali.
Foto: Ana Luiza Calmon

     Eu nasci preta. Uma pretinha de 50 cm, cabeluda de fios escuros e olho castanho escuro. Meu pai, moreno, minha mãe, branca. Meu irmão veio loiro de olhos azuis, pálido e avermelhado. Diferente dele, eu sou a confirmação da miscigenação dos dois lados da minha família: indígena, negra, francesa, portuguesa e espanhola.

     Mas eu nunca estive em paz com o espelho. Para me olhar frente a frente, chegava ao meu reflexo com os olhos semifechados, abrindo-os lentamente como uma preparação psicológica para o objeto estranho que estaria por vir, logo ali. Sim, objeto. Como me reconhecer sujeito se tento moldar meu corpo como uma jarra de cerâmica?

     Eu queria ser loira. Magra, esguia e de olhos azuis. Ou então aquela morena de olhos verdes, sensual e de pele bronzeada. Lembro que queimava horas no sol e ia correndo para o espelho para checar meus olhos. Eu acreditava que o sol poderia transformar o castanho em verde cor de mel. Mas o espelho me mostrava a real. Ali só tinha eu comigo mesma. Espelho mostra corpo. E por corpo, ali se encontrava uma artista frustrada por não conseguir concluir sua obra. Sempre inacabada, sempre em construção.

Destruição.

     Meu corpo objeto queria ser de cintura fina, seios menores, braços fininhos, pele lisa e macia, rosto simétrico, bochechas menores, cabelos melhores e mais controlados. Moldada aos olhos e semelhança da menina moça sem referências. E quem disse que aquele moço bonito iria se interessar por mim? Eu não me achava merecedora de alguém tão legal e bonito assim, e logo empurrava para outra amiga, porque ela sim estava a sua altura.

Quando você se liberta e se enxerga de forma plena, não há reflexo que ofusque o seu brilho

    Sou a única prima de ambas famílias que é avantajada em todas as partes do corpo. Eu cresci ouvindo isso. Sempre quiseram minha bunda, sempre quiseram meus seios. Todos. Primas, tias, amigas, colegas, homens. Eu tava sozinha sem saber quem eu era. Quem fui?

     Foram 25 longos anos sem entender meu lugar na classificação da beleza feminina brasileira. Tenho uma boca grande, olhos expressivos, nariz gordinho, cabelos ondulados e frisados. Tenho seios, bunda e coxa grande, um quadril largo e uma cintura mediana. Não é um corpo magro, fino. É largo, é grande, é forte. Tudo concentrado numa estatura de 1,53 cm.

     Hoje sou sujeito. Determino as ações de meu próprio corpo e no espelho me enxergo de forma plena, completa. Percebo cada curva, linha, marca presente em mim e vejo que elas formam quem eu sou. Eu percebo a mim mesma. E amo tudo que sou. Meus seios, minha (feliz) barriguinha de chopp, meus braços gordinhos, minhas costas. Meu largo e radiante sorriso, meu queixo, minhas bochechas, meus olhos expressivos, minha sobrancelha. Minhas estrias, minha celulite, minhas espinhas. Meu cabelo misturado, de fios finos, ondulados, cacheados e lisos, com tons loiros, pretos e brancos.

     Quando você se liberta e se enxerga de forma plena, não há reflexo que ofusque o seu brilho. Eu posei nua. Tirei minha roupa e encarei olhos nos olhos a lente da câmera. Dancei, gargalhei, expressei meu charme e desenvoltura. Disse para mim mesma:

– Ana, você é tão bonita. Olha essa beleza que vem de você e reflete no seu sorriso. Tá sentindo? São raios de luz. Você é o Sol, Ana.

     Sim, eu sou o Sol. Eu sou a minha própria luz. Sou eu mesma nua e crua em corpo e essência. E não há mais espelho para fechar meus olhos novamente.

Sou eu mesma nua e crua em corpo e essência. E não há mais espelho para fechar meus olhos novamente.
Foto: Ana Luiza Calmon

 

Projeto Ocupa Corpos - Ensaio Ana Luiza
Foto: Thais Carletti

 

Vamos falar de sexo mesmo? – por Ana Clara Squilanti

Reprodução/Internet

Que a descoberta pela sexualidade começa na infância, todo mundo sabe. Uma das histórias mais pitorescas que eu conheço é de um grupo de amigas que eventualmente se reuniam no sábado à noite, para jogar baralho e assistir pornô. Na verdade o truco, o buraco e o tapão eram o energético que havia na época para mantê-las acordadas até às 02h da manhã, quando começava o Cine Privê na Bandeirantes. Sim, com 12, 13 anos meninas assistiam Emanuelle no Espaço. E sabe quando foi rolar as discussões sobre erotismo e excitação? Anos depois, já adultas. À adolescência coube um enorme hiato sobre o tema. O engraçado é que ficavam excitadas mas não compreendiam, e ninguém nunca se colocou a entender também, pelo menos não naquela época.
Lembro das primeiras tentativas vitoriosas que tive me masturbando, e de, logo após atingir o orgasmo, ter sentido uma pontinha de dolo, vergonha. Eu, sozinha na escuridão do meu quarto, estava me sentindo culpada por ter gozado. Por mais que eu tenha parado a minha relação com a igreja na catequese, esse comportamento reflete o quanto o pensamento cristão ainda está incutido em nós, afinal, foi com ele que surgiu a ideia de que o sexo só deveria ser feito para a procriação, e que logo culminou na troca do prazer por medo, censura e culpa. Acredito ser essa culpa o nutrimento da falta de diálogo sobre prazer, e consequentemente da falta dele .Fui compartilhar essas experiências bem mais tarde, já madura. 
Conversas sobre sexo acontecem sim, claro, em qualquer roda de amigas, mas comecei a analisá-las mais minunciosamente recentemente. “E aí, rolou?”, “Sim!”, “Foi bom?”, “Foi legal”.“Você gozou?”, foi perguntado vez ou outra, e, sinceramente, nas poucas vezes em que a palavra gozo foi pronunciada, consecutivamente foi acompanhada de um olhar ou uma palavra repressora. “Você se masturba?” tem às vezes igual impacto. Meio estranho isso, ser liberado falar sobre o tamanho do membro do companheiro, motel e lingerie, mas ser tabu falar sobre tesão e orgasmo.O diálogo se sucede sim, entre algumas, mas raramente é algo discutido confortavelmente numa mesa de bar.O pior é que eu sinto que isso não é por mal, talvez seja algo até inconsciente. A sexualidade da mulher é tão reprimida que chega a ser obsceno assumir ela. A mulher tem que ser sexy, mas sexual, só entre quatro paredes e com o companheiro, se não soa feio, vulgar. 
Mais do que ser vergonhoso falar que você tem satisfação na cama, é assumir que você não tem. Parece que isso te faz menos mulher. E foi assim, timidamente, após inúmeros anos de amizade e mais anos ainda de vida sexual ativa, que uma amiga me contou que achava nunca ter tido um orgasmo. Achava, ou seja, nunca teve mesmo. Sei que ela ficou envergonhada ao falar isso, e eu em contrapartida fiquei muito triste. Triste por ela nunca ter experienciado isso, triste pelas relações que ela já teve, pela apatia dos homens com quem ela já se deitou por não se sensibilizarem com isso. Triste por mim e por todas as mulheres que já permanecemos com tesão após o companheiro desmontar em êxtase para o lado, triste por saber que algumas de nós não nos tocamos e não sabemos do que gostamos, por todas nós que não compartilhamos isso e que, infelizmente, ainda vemos isso como normal. Triste, ainda mais, por saber que esse tipo de situação é constante. 
Não vou entrar no mérito da questão do sexo ser feito, no mínimo, a dois, e de que se espera que os dois se satisfaçam com ele, mas sim no fato de nós, mulheres, ainda não conversamos sobre isso. Não na intensidade que deveríamos. Se a problematização é lenta, a busca pela solução também é. Nós não vamos buscar prazer na cama, nem desfrutar dele, se não começarmos a ver a sua falta como um dilema. 

Ana Clara Squilanti, cis, branca, (meio) hétero e há 27 anos em constante desconstrução. 

O que você sabe sobre os coletores menstruais?

Coletores menstruais são copos feitos de silicone que são substitutos para os absorventes. Eles tem como função coletar o sangue menstrual e possuem várias formas, tamanhos e marcas. Aqui na nossa equipe ele é queridinho. Eu começarei a usar no meu próximo ciclo, mas Tamires, Michelle e Bruna já são adeptas.
Você conhece? Já usa? Acha que está em outro planeta e não faz ideia do seja isso? Então deixa eu contar pra você. Primeiramente, vamos a uma aulinha de história para que vocês conheçam a inventora dos copinhos menstruais.
Quando você entra na internet e lê um título citando o coletor menstrual, talvez, um de seus primeiros pensamentos é “Que novidade é essa?”. Mas, e se eu disser que isso não é nenhuma novidade? A primeira menção desses coletores datam de 1867, um americano de Chicago inventou o copo da imagem. Não se sabe a identidade desse americano e nem se esse modelo chegou a ser inventado, mas podemos ter uma boa ideia de copo seria seu design e forma de uso. Medo!
                
Imagine-se usando isso! 
Mas é uma mulher, chamada Leona Chalmers, que é conhecida como a inventora dos coletores. Apesar dos modelos (assustadores) que já existiam antes, foi ela quem patenteou e divulgou a ideia. Leona foi uma inventora e escritora norte-americana que lançou sua criação em 1937. Ele era feito de borracha, mas com a Segunda Guerra Mundial essa matéria prima se tornou escassa e a produção do coletor foi interrompida.

 

Leona Chalmers e seu modelo do coletor menstrual. Além da forma, a maneira de introduzi-lo também é bem semelhante aos coletores atuais.
As mulheres também não se mostraram interessadas em fazer uso da novidade. Vamos lembrar que na década de 30 o corpo feminino sofria muito mais com tabus. A ideia de manusear um objeto dentro da vagina não era bem aceita por ninguém. Essa insegurança em usar os coletores se manteve até os anos 70. Leona se uniu a uma empresa para continuar a produção, e mesmo com as palestras, lançamento do livro sobre cuidados íntimos da mulher, escrito pela própria Leona, e produção de novos modelos (como os descartáveis) a empresa parou de produzir os coletores em 1973.
O lado íntimo da vida de uma mulher, Leona W. Chalmers

Mas quais são as vantagens e desvantagens do uso do coletor? 

VANTAGENS:
Leona criou os coletores para que fossem mais higiênicos, econômicos e saudáveis. E essas são características que ainda se mantem. Mas a lista é muito mais completa. Vamos conhecer?
– Investimento. O custo de um coletor pode variar de R$65,00 à R$80,00, porém, é um valor único. Imagine quanto você gasta por ano nos absorventes comuns. Agora pense em não gastar esse dinheiro por pelo menos 5 anos, que um prazo, considerado mínimo, de validade do produto.
– É reutilizável, flexível, hipoalergênico e antibacteriano.
– Se adapta ao seu corpo. Existem várias formas e tamanhos, é só escolher o que melhor se adapta ao seu corpo. Logo vou explicar como escolher o melhor para você.
– Não te atrapalha ao urinar nem a dormir.
– É sustentável. Cuidem do meio ambiente mocinhas! Um absorvente externo leva cerca de 100 anos para se decompor na natureza, o interna demora 1 ano.
– É higiênico. Você passa a não ter problemas com manchas, vazamentos ou odores.
– Quase não possui contra indicações, só não é indicado para virgens (APENAS se o hímen representar algo para a menina, porque ele pode se romper, o que não significa que ela não será mais virgem) e não pode ser utilizado no pós parto.
DESVANTAGENS:
– Dor e resistência ao retirar (mas isso é resolvido de forma simples, é só você apertar a base do coletor para retirar o vácuo antes de retirar o coletor).
– Incomodo, vazamento e aumento das cólicas.
Porém, todas as usuários garantem que essas desvantagens só ocorrem quando o coletor não é bem posicionado. Percebem como quase não encontramos empecilhos para o uso dessas chamadas tacinhas?

Como escolher o meu coletor e qual a maneira certa de colocar?

Tabela de tamanhos do coletor da marca Me Luna
No site Vai de Copinho existe um artigo completíssimo que você PRECISA MUITO ler para saber a melhor forma de escolher seu coletor. Algumas das considerações que eles dão são:
– Numero de partos
– Estatura corporal
– Condições físicas
SÉRIO, leia o post completo aqui para entender tudinho. É tudo bem explicadinho, de forma fácil e completa.
 Quanto a forma de usar, eu acho mais fácil entender através de vídeos, então índico que vocês assistam esse, e também tem um aqui e aqui.

Mas eu ainda não sei bem o que pensar sobre esses coletores.

Então você precisa de depoimentos, opiniões, amigas. Tem várias mulheres que podem te contar muito sobre como elas se sentem usando as tacinhas.
O primeiro depoimento sairá daqui mesmo, da nossa equipe. 

A Jout Jout tem esse vídeo falando dos coletores e o canal Acidez Feminina fala sobre ele aqui.
Temos os grupos no facebook também, como o Coletor sem censuro – só amor, Coletores Brasil – menstrual cups e o Coletores – além da menstruação. Nesse grupos você muito mais acesso a informações e apoio.
Uma das informações legais que eu encontro neles é o melhor local de compra, que são muitos. Algumas drogarias vendem, mas eu só encontro pela internet em sites como os a Beleza na Web e , também tem loja online das próprias fabricantes, como Inciclo, Fleuritu e Meluna. Eu acho muito melhor comprar diretamente na loja da fabricante.

Não sei para vocês, mas a ideia da Leona vai me ajudar e muuuito! Quem aí usa e quer dar sua opinião? Quem não usa e quer tirar as duvidas com a gente?