Incorporando o vísceral na pintura

Desde que eu entrei no movimento feminista e agreguei isso tanto a minha vida quanto em internet, tenho ganhado uma enorme soma de amigos maravilhosos – awoman – e um desses foi o Juno Lavigne.

Homem trans e dono muito recentemente da page Juno Dexter – Art , fui arrebatada muitas vezes pelos seus textos didáticos e esclarecedores sobre inúmeros aspectos de seus transtornos neuroatípicos, como autismo e disforia corporal, e por sua arte, que expõe seus sonhos mais intrínsecos e perturbadores, revelando mesmo que indiretamente e não plenamente a sua verdadeira face e vivência como pessoa transgênero, algo que ele transmite através de suas pinturas sem querer falando coisas muito íntimas aos espectadores; algo muito pessoal, que para os mais sensivéis desenvolve certa estranheza e simpatia as obras que abusam do vermelho e tons mais escuros por motivos óbvios, para quem acompanha suas postagens.

Vide algumas perguntas sobre as influências do seu trabalho e sentimentos sobre o mesmo:

>  Como surgiu seu primeiro quadro?

Mano, eu não sei, na real eu sempre gostei de arte, e meu pai sempre me estimulou a desenvolver isso, assim, na real meu primeiro quadro eu devo ter feito antes de completar 4 anos -e vou aproveitar pra lembrar que deve ter ficado uma merda, anyway, eu só comecei a levar minha arte a sério de verdade ano passado, quando eu percebi que passar meus sonhos pro papel não era uma “brincadeira” (risos).

> Que relação seus quadros possuem com os seu autismo e outros “transtornos”  neuroatipicos? E com a sua transexualidade?

– Isso depende, cada quadro tem uma relação muito íntima com uma ou mais questões muito intrínsecas de mim, alguns quadros eu mostro pessoas com os seios mutilados e feridos, eles podem representar minha disforia (na vrdd vc precisaria ser cego pra não entender que se trata de uma pessoa disfórica na imagem ), assim como eu tenho quadros que falam de crises, auto-mutilação etc, figuras com rostos cansados, sangue, lâminas e presas em camisa de força tão aí pra representar essas questões
O que os quadros mostram é só uma mistura, na verdade, de todos os meus sonhos e sentimentos, que foram de alguma forma “cuspidos” no papel. Uma vez que a arte é o que eu tenho feito pra não me matar no fim do dia, a relação que minhas pinturas possuem com meus transtornos e minha transexualidade é essa: eles impedem que a depressão e a disforia me consumam até o ponto de o pior acontecer. E quanto ao autismo, bom, ele na verdade me ajuda a querer pintar mais e mais.

 

 

> Você acha que seus quadros merecem ganhar um grande reconhecimento ou são só um hobbie seu mesmo?

–  Mano, isso é meu trabalho (risos) é o que eu pretendo fazer no futuro, eu não sei se sou a pessoa mais apta a dizer se eles merecem um grande reconhecimento porque minha relação com eles é muito pessoal, o que eu vejo não é nada do que você vê. Você pode ver um menino disfórico e com problemas de auto-imagem e auto-mutilação ou qualquer outra coisa, pode ver só quadros bonitos e um bom uso dos elementos dos quais a arte dispõe, mas man, quando eu olho pra um desenho meu, eu revivo tudo que me levou a fazer ele. Então sim, eu acho que a minha arte é boa e merece o devido reconhecimento, mas eu não sei se posso ditar quanto reconhecimento eu mereço ou não, porque eu estou envolvido demais com minha obra, de uma maneira que não consigo julgar ou, de alguma forma, dar uma opinião realista e imparcial.

> Você acha que esta passando um recado para as outras pessoas? E se não, que recado você queria passar sobre transexualidade e transtornos neuroatipicos para as pessoas?

– Eu não sei se estou passando algum recado, eu não penso em passar nada específico quando eu faço meus quadros, eu simplesmente reproduzo um monte de sonhos e sentimentos, e eu acho que a interpretação disso, tipo… bom, é claro que a MINHA interpretação sendo tão abstrata e pessoal não vai ser a interpretação universal, isso simplesmente vai caber a cada um né, a única coisa que eu procuro passar pra tela é o sofrimento, meio cru até, porque é a única maneira que eu tenho de “tirá-lo” de mim naquele momento. Então… eu não estou tentando dizer alguma coisa específica com esses quadros, eu só estou pintando.

O poder da mulher trans

 

Se tem uma personagem que é preterida entre as favoritas do público da série OITNB (Orange Is The New Black), que retrata o cotidiano de penitenciária feminina de uma maneira cômica e com pitadas amargas de drama – vide a última temporada – é Sophie Burset, vivida pela talentosa Laverne Cox, atriz e produtora transexual ganhadora de vários prêmios, entre eles o Emmy de melhor atriz convidada numa série de comédia, se tornando a primeira mulher trans a ganha-lo.

Graduada na Escola de Belas Artes de Alabama, Birmingham, no mesmo condado de sua cidade natal, Mobile, foi na Alabama e Marymount Manhattan College em Nova Iorque, NI, que começou a atuar.

Trocando o curso de escrita criativa por dança, Laverne também escrever sobre transsexualidade e direitos das pessoas trans, assim como outras variedades em lugares como Huffington Post e fez de seu papel na série um lugar onde as pessoas podem notar que os homens ou mulheres trans querem somente seus direitos mais básicos, como o direito de serem eles mesmos, como a própria Laverne diz.

A transsexualidade ainda é um assunto tabu para muitas pessoas, mas com empatia e respeito, e com os seus direitos de saúde mental e física preservados e exercidos, como a mudança do nome social e a inserção ao mercado de trabalho, que apesar de de direitos simples ainda são algo que representam uma árdua luta para a comunidade T.

A arte de eternizar lembranças

Os momentos bons e especiais da vida passam rápido, não é mesmo? Mas hoje iremos falar  sobre duas irmãs que descobriram uma fórmula mágica de eterniza-los…

Renata  e Claudia Senlle

Com o nome inspirado na deusa grega que é a personificação da memória, o Studio Mínemosine é uma loja virtual criada por Claudia e Renata Senlle, designer e jornalista, que mudaram os ares pesados de suas respectivas profissões em troco de algo mais leve, produzindo pôsteres  infográficos que dão vida as melhores recordações de alguém.

Carregando o lema voltado a materializar as lembranças, os produtos buscam o mais lindo dos propósitos: eternizar as melhores partes da sua vida com um belo cartaz.

Felicidade – Por Luara Alves de Abreu

 

Já fazem alguns dias que sinto vontade de transbordar para as palavras um sentimento que sei lá ao certo o que é. Talvez gratidão.

Há tempos não me sentia assim, tão satisfeita com tudo, tão contemplando o mundo… Por ora até me escapa alguma lágrima involuntária, mas em momento algum é de tristeza. Combinaria mais com um excesso de transbordar, acho que é isso. É permitir-me.

Hoje vi um parque com cheiro de infância. Daqueles de cidade pequena sabe? Cheio de luzes coloridas. As luzes do parque fizeram acender em mim cores que eu mal sabia que tinha… Ah, que graça elas são!

Os gritos misturados com risadas e gente saindo daquele lugar com algodão doce na mão me fizeram lembrar o quão efêmera é a felicidade. Talvez dure o segundo de um dos brinquedos quando está parado no ar de ponta cabeça ou talvez dure os minutos enquanto se dissolve na boca o açúcar do algodão.

Não sei se é a chegada da primavera, se é a tensão pré-menstrual… Só sei que hoje fiz de mim parque. E só torço para que valha a pena o preço do ingresso. Que seja doce como o algodão e leve como a brisa que bate na nuca quando o brinquedo vira. Que seja. E assim seja!

5 mil curtidas no Facebook + sorteio: livros, camiseta e marcadores

 

Nossa página atingiu 5 mil curtidas no Facebook! Depois do nosso “boom” de curtidas há alguns meses, quando passamos de 300 pra 4 mil seguidores, nosso bloguinho deu uma estagnada e foi crescendo aos poucos.

Nós estávamos planejando um sorteio para o aniversário do blog, mas vários contratempos nos fizeram adiar a ideia. Agora atingimos essa nossa marca e vamos aproveitar para comemorar, numa parceria com o blog Peixinho Geek e a Livraria e Sebo F&B – Felício e Belmiro!

Quer ganhar esses prêmios da foto + marcadores de livro feitos especialmente para o sorteio? Então preencha o formulário, siga as regras abaixo e participe!

Regras:

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Obs: com exceção da marcação de amigos, todas as instruções devem ser seguidas DENTRO do formulário abaixo
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A dama dos Palmares: o verdadeiro ícone da mulher negra contra o racismo

Dandara do Palmares

Novembro esta metendo o pé na porta e definitivamente é o mês da Consciência Negra. Para o Brasil, em especial, tal “evento” tem um grau de importância maior e mais necessário, pois todo o país foi sustentado por séculos de escravidão negra abolida a muitos poucos anos atrás.

Milhares, até mesmo milhões de homens, mulheres, crianças e velhos pereceram e tiveram seu passado apagado devido a violenta colonização eurocêntrica, que afetou a vida de muitos negros até os tempos atuais, vide a miscigenaçãoo problema de algumas pessoas ainda terem dúvidas sobre quem são etnicamente, fora assuntos mais agravantes.

A existência de um mês, ou até mesmo uma data comemorativa sobre esse cenário, ainda causa bastante incômodo em algumas pessoas, que acham injusto mesmo tendo um enorme legado histórico, os negros ganharem uma data, ou um mês só deles. Em controvérsia, outras pessoas se mobilizam, como Movimento Negro ou Militância Negra, disseminando informações relevantes para conscientizar as pessoas sobre questões relacionadas centralmente a racismo, ganhando força mais para agora, com o empoderamento negro e negralismo.

A mídia e os sistemas de ensino como escolas, também despertam um interesse passageiro, abordando os temas de pautas negras de maneira rasa e sem informações mais embasadas, aprofundadas, mesmo todos citando um ícone em comum: Zumbi dos Palmares.

Zumbi virou símbolo da resistência escravista da época e na atualidade, um representante da luta contra o racismo em uma sociedade onde ele é tão enraizado quanto a nossa. Todos nós aprendemos na escola o quanto o líder do Quilombo foi de suma importância para os negros e negras que fugiam de seus cativos e precisavam de abrigo, mas a história dele possui outros segmentos e personagens igualmente importantes; muito poucos ou talvez ninguém saiba quem foi Dandara dos Palmares, uma figura tão notável para a história do país.

Dandara e Zumbi foram marido e mulher, e ela lutou lado à lado de Zumbi contra o sistema escravista, buscando liberdade para seus irmãos negros.

Ilustração do livro

Ela comandava tanto mulheres quanto homens e criava estratégias que resolviam os mais diversos problemas, bolava planos de fuga, e quebrava os estereótipos de gênero da época, que até hoje são impostos a nós mulheres, ao domiar técnicas de capoeira. Apesar de lamentavelmente sua figura ser encoberta de mistérios, Dandara foi esquecida de modo descarado dos livros de história, que de forma machista, apagaram sua já bem pouca história.

Muitos poucos movimentos megros e feministas a mencionam, fazendo com que ela tenha que quebrar as amarras do patriarcado – que cala a mulher – e do racismo ‘ que cala o negro – até agora, na atualidade, numa luta por reconhecimento que já não favorece a mulher, e ainda menos a mulher negra.

As mulheres negras são subjugadas, colocadas para escanteio no cenário político, musical, histórico, literário, artístico e afins, mas Dandara não deu por vencida, e assim como revindicou seu papel na resistência negra, revindica seu papel na história do país e da sociedade.

Ela não aceitava acordos de meia boca e mesmo sabendo-se quase nada de sua origem ou até mesmo figura física, é de conhecimento básico que Dandara morreu como a heroina que foi em vida, fazendo que as negras da nossa época, tenham uma inspiração para lutarem contra o racismo, machismo e misógino aintão plantado no Brasil e no brasileiro.

A morte de mulheres negras avançou nos últimos 54% nos últimos 10 anos.

Três a cada quatro mulheres são vítimas de pelo menos um crime de violência no pais.

Mulheres negras são as maiores vítimas de violência médica no SUS (sistema único de saúde.

55,2 % das vítimas de crimes dolosos – com intenção de mata- são mulheres negras.

52,1% de vítimas de lesões corporais são também mulheres negras.

Mulher preta resiste…

+ dados, referências e informações: Geledés

O tratamento da auto estima e a saúde do bem estar pessoal

Imagem/Google

De acordo com os dados do Instituto Nacional do Câncer – INCA, a estimativa de novos casos de neoplasia mamária são de mais de 50.000 mil ao ano, acarretando de forma mais comum entre mulheres, apesar de afetar 1% dos homens na avaliação total de casos da doença.

O câncer de mama é umas das causas que mais matam mulheres no Brasil, entretanto, Flávia Flores, ex-modelo de 37 anos, saiu dessa estatística e agora ajuda a outras mulheres a lidarem com os desafios da doença, e entre eles, a baixa auto estima, mantendo um blog de moda e beleza para mulheres que enfrentam o câncer. A ex-modelo descobriu a doença em outubro de 2012 e acabou deixando São Paulo para voltar para a cidade natal, visando se tratar perto da família que vivi em Florianópolis.

Imagem/Google

Como sempre foi vaidosa, Flávia optou por auto estima para vencer a doença, e se manteve entusiasmada até mesmo após a retirada das mamas, depois das meses de quimioterapia, que altera a pele e faz perder os cabelos, algo que atormenta inúmeras mulheres que interligam beleza a isso.

E foi essa vaidade que a motivou a criar o blog a três anos atrás, o Quimioterapia e Beleza, que hoje ajuda mais 86 mil seguidores.

Imagem/Google

O blog compartilha das histórias das seguidoras que enviam fotos enquanto estão em tratamento, ou já passaram por ele, mostrando sua luta diária contra a neoplasia. A blogueira também mantém uma rede de doação, o Banco de Lenços, o qual qualquer pessoa pode receber um lenço em qualquer lugar do Brasil, basta se cadastrar no blog, tudo isso de graça, inclusive a entrega.

Apesar de Flávia ainda precisar tomar medicamentos, ela voltou para SP e diz completamente feliz e realizada ” Eu acho que sou uma fadinha que realiza desejos, e isso me faz tão bem” finaliza, a fadinha das flores mais que especiais.

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Mais amor, sem favor! Você é boazinha demais – Por Luara Alves de Abreu

Reprodução/Internet

De todos os rótulos que já me colocaram esse é sempre o que mais me ofende. Não é um elogio quando usam essa frase pra dizer que eu tenho que parar de ser quem sou, quando dizem que vivo errado e não devia me entregar tanto.

Ofende porque não deviam me fazer sentir culpa por isso, não é um crime ou vergonha. Poxa, é só amor! O que tem de tão horrível nisso? Acredito que horrível é quem não sabe receber.

Reprodução/Internet



Eu nunca perdi nada por me doar, porque transbordo tanto, que nunca vai me fazer falta. Em tempos de lambes com a frase “mais amor, por favor” espalhados por aí, como alguém pode ser recriminado por praticar? Eu queria que as pessoas estivessem mais preparadas para a troca mútua. Dizem tanto querer que uns se importem mais com os outros, mas se assustam quando alguém o faz.

Não tem graça nenhuma viver sem reciprocidade.

E eu simplesmente acho ridículo quando me dizem isso com o ar de piedade. Tenham dó de quem não sabe amar, não sabe se entregar por viver com medo. Francamente, estou começando a crer na frase de Cássia Eller: O mundo está ao contrário e ninguém reparou!

Eu não, quero mais é transbordar, ser inteira e me doar. Uma vez uma amiga me disse que quem é mole nunca vai endurecer. Acho que ela estava certa… Me recuso a criar cascas e escudos por causa de dores passadas e me recuso principalmente porque aprendi com cada tranco e barranco da vida que amor é assim mesmo, quanto mais você dá, significa que mais você tem. Permita-se!

Luara é geminiana com ascendente em câncer. Intensa por natureza, socióloga por profissão, atriz por paixão, bailarina por amor e feminista por dever!


Você é linda Moça – Por Nathalia Lourenço

Texto escrito pela Nathalia Lourenço para o Elas Por Elas
Era uma vez, uma moça inteligente, divertida, linda, simpática… e insegura.

Não posso nomear a moça, elas são muitas, são minhas amigas, são mulheres que nem conheço, sou eu mesma.

Não sou capaz de contar a quantidade de garotas que conheço que são inseguras, muito inseguras. Também não sou capaz de contar a quantidade de relatos diferentes e ainda assim tão parecidos sobre suas inseguranças.

Ah, moça… se soubesse que isso tudo são armadilhas que colocaram na nossa cabeça…

Desde muito cedo somos ensinadas sobre como devemos nos vestir, falar, como nosso corpo deve parecer. E ai, se foge desses padrões, bom, vão te aconselhar “amigavelmente” a mudar. Afinal, é para seu próprio bem que você seja magra, tenha cabelos lisos, que fale como uma moça deve falar, que se porte como uma dama e outras coisas.

O que as pessoas não percebem, ou resolvem ignorar, é o quanto isso é tóxico, ter que fingir ser quem não se é ou perseguir um ideal de beleza mesmo que isso custe sua saúde.

Pretty Hurts (A beleza dói), música de Beyoncé
Acredito que toda essa exposição do “normal” e padrão na mídia a qual estamos acostumadas seja a maior culpada por toda nossa insegurança.
A beleza é uniformizada, e todas devemos ser assim, idênticas, mesmo que tenhamos um metabolismo ou genética diferentes e outro estilo de vida.
E, supostamente, quando atingirmos esse tão desejado padrão seremos mais felizes do que somos agora.
Sinto muito moça. Sinto muito por terem colocado essas coisas todas na sua cabeça, por terem te feito pensar que não é boa o bastante, linda, inteligente. Sinto muito por não terem te ensinado a se amar, a ver todas as suas qualidades e a ressalta-las sejam elas físicas ou não.
Você é gentil, você é inteligente, você é importante. (Filme: Histórias Cruzadas)

 

Te convido a olhar para o espelho, a enxergar sua beleza e a pensar nas suas qualidades. Pode ser um pouco difícil se não estiver acostumada a se ver dessa maneira, então peça ajuda as suas amigas, com certeza elas saberão te apontar os motivos por você ser bela e especial.

Eu escrevi tudo isso só para dizer que você é linda moça. Acredite.

Rezando pelo Haiti

Imagem do site Folha Vitoria

Neste dia 28 de setembro de 2016 o ciclone tropical batizado de furacão Matthew atingiu a Jamaica, Cuba, República Dominicana, Bahamas e especialmente o Haiti onde mais 1000 mortes foram atribuídas a tempestade, mais o cômputo final deve ser muito mais devastador.

Matthew também atingiu ao longo de toda costa leste dos EUA, nos estados da Flórida, Georgia, Carolina do Sul e do norte no entanto, se tornou os dos mais letais dos furacões no Atlântico desde do Stan, em 2005, que matou mais de 1.600 pessoas na América Central e no México.

haiti
Imagem do G1

Unicef calcula que cerca 1,3 milhões de haitianos foram afetados pelo furacão, que passou por Tiburon com ventos de até 230km/hr e chuvas torrenciais. Diversas cidades sofreram danos alarmante em larga escala, deixando dezena de milhares de pessoas sem moradia e deixando muitas outras com 80% de suas plantações em regiões agrícolas.

A única ponte que ligava o sul ao centro do Haiti foi destruída, prejudicando os trabalhos de ajuda à população, e aumentando ainda mais a situação do país ainda se recuperando dos efeitos devastadores do terremoto de 2010. Foram organizados programas de ajuda internacionais no Haiti para o envio de alimentos, água, medicamentos e equipes de emergência.

Dinheiro também foi enviado na última segunda-feira, dia 10 de outubro, onde a colombiana Shakira fez doação no valor de 15 milhões de dolares (48 milhões de reais) para auxiliar após a destruição causada pelo Matthew. A doação foi feita através da fundação ALAS que supervisiona a reconstrução da ilha.

haiti
Imagem do site ego

No mesmo mesmo ano do terremoto a cantora também ajudou o país, doando 1,5 milhões para reconstruir a escola Elie Dubois, na capital de Porto Príncipe e participou da campanha que revertia os lucros para a recuperação do país. O velocista Usain Bolt, que marcou presença nas Olimpíadas do Rio de Janeiro nesse mesmo ano de 2016 também fez uma doação de 10 milhões de dolares ( 32 milhões de reais).